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  • Faz escuro mas eu canto

    Pensando a obra de arte como algo permeável às relações que estabelece com aquilo que a circunda, e não como algo cristalizado, a 34ª Bienal foi concebida para se expandir no espaço – estendendo-se por meio de parcerias com 25 instituições culturais da cidade – e no tempo – com a realização, no Pavilhão da Bienal, de exposições individuais e performances que antecederiam a mostra coletiva. Em face dos acontecimentos recentes, as exposições de Clara Ianni e Deana Lawson tiveram que ser incorporadas à mostra coletiva e as performances de León Ferrari e Hélio Oiticica estão sendo repensadas. As ideias de ensaio e de ensaio aberto, centrais na metodologia usada para a concepção e construção dessa Bienal, foram colocadas à prova ao longo desses meses de trabalho. Os ajustes e as mudanças, que ora se multiplicam devido à pandemia de Covid-19, são parte integrante e relevante do processo de insistência, transformação e afinação que vai desenhando a 34ª Bienal.

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